Sistema de Trabalho em Casa!
Home Como você se sente?Como fazer?O produto Cadastro Fale conosco

O Produto mais Procurado do Mundo

Desde que nascemos, somos preparados para ocupar uma posição na sociedade.

Com nossos pais, adquirimos os primeiros conceitos de respeito e educação, porém é na escola que começamos a aprender sobre responsabilidade, pontualidade e obediência. Uma vez disciplinados e alfabetizados, passamos a estudar Matemática, Português, Ciências e Estudos Sociais. Daí seguimos toda a infância e adolescência lapidando estes conhecimentos, com o objetivo de nos preparar para a especialização - curso técnico, Vestibular, Universidade, Pós-Graduação, Mestrado, Doutorado - e a conseqüente absorção no mercado.

O que isto significa? Que a partir desta formação, podemos negociar a nossa força de trabalho em troca de dinheiro e nos tornar economicamente ativos. Temos valores - cultura, potencial, experiência - que o empregador aluga mediante o pagamento de um salário.

Quanto mais longe, as condições financeiras de nossa família e a dedicação pessoal nos permitem chegar nesta expecialização, maior é o nosso valor social. Menos pessoas estão qualificadas a desenvolver o mesmo trabalho e, em conseqüência, maiores são os nossos rendimentos.

Este é o padrão em que se baseia a educação do povo em uma sociedade capitalista, um roteiro que seguimos involuntariamente até a fase adulta. MAS SERÁ QUE ESTA É A ÚNICA FORMA DE VENCER NA VIDA? Estudar tantos anos para vender sua força de trabalho para os outros?

Hoje, após os avanços tecnológicos, a terceirização, as segmentações e o grande crescimento do setor de serviços, é um grave erro acreditar que o "salário" é a única fonte de renda segura e estável para você subsistir.

Muito pelo contrário. Jornais, revistas, livros e a própria observação do que acontece à nossa volta, nos mostram que os empregos estão acabando em todos os níveis, os salários estão sendo achatados e a crise do desemprego aumenta a cada dia.

Fazer uma faculdade - para quem pode - continua sendo interessante para o desenvolvimento intelectual e especalização, mas será que só isto está nos garantindo bons empregos? Quantos Engenheiros e Advogados estão alojados em empregos de 1º e 2º grau? Quantos estão desempregados?

É necessário mudar este paradigma. O que precisamos não é de emprego, mas de uma ocupação que nos permita produzir trabalho em troca de dinheiro. precisamos viver de algum jeito, nem que seja vendendo churros e cachorro quente em praça pública!

O "produto " mais procurado em todo o mundo

Juntamente com as facilidades trazidas pelo progresso tecnológico e a evolução ininterrupta da informática, o mundo assiste, em todos os níveis sociais, os graves efeitos desta onda sobre o mercado de trabalho. No Brasil, na Europa, no Japão e mesmo nas localidades mais distantes, o que se vê são empresas demitindo grande parte de seus funcionários em nome da reengenharia ou da crise internacional.

O índice de desemprego cresce como nunca e assusta os que ainda têm onde se segurar. E não é para menos, basta olhar para frente com um pouco de bom senso para ver que, mesmo com a infindade de novos campos de trabalho inaugurados pela informática, o mercado sofre um enxugamento sem precedentes na história da humanidade.

Hoje, de nada vale a importância da sua atividade ou o grau de conhecimento e experiência que possui, pois cada ano que passa as Universidades brindam as empresas com novas fornadas de jovens dispostos a tudo por um espaço no mercado de trabalho.

Está se tornando rotina inventar quaisquer pretextos para demitir os funcionários antigos que, considerados velhos demais para compensar os salários que recebem, encontram sérias dificuldades para se empregar novamente.

Com vários anos de experiência, as pessoas passam a merecer e a reivindicar salários maiores do que qualquer jovem em início de carreira. E estes, além de demonstrarem mais disposição para o trabalho, já vêm modernizados "de fábrica".

Essa tendência de se despejar quem passa dos trinta ou quarenta anos, contribui para que as pessoas percam a garantia de se aposentar dignamente. Os que possuem melhor nível sócio-econômico ainda têm a chance de abrir um negócio próprio - que nem sempre vai adiante - enquanto os demais se alojam em sub-empregos e acabam diminuido seu padrão de vida.

O trabalho assalariado costuma representar segurança imediata, porém não permite a ninguém andar com suas próprias pernas. Nesta seleção forçada, a competição contribui para que o piso salarial caia vertiginosamente em todas as áreas, ou seja, mesmo os trabalhadores empregados têm experimentado uma perceptível queda em seu padrão de vida. E crise à parte - para os que nela acreditam como motivo - isto diz respeito à velha lei da oferta e da procura.

Não tem jeito, o mundo está se modificando e, da mesma forma que aponta o fim em alguns caminhos, abre portas e oferece oportunidades a quem tem visão. Existem algumas áreas que estão crescendo muito rápido, como a informática e, principalmente, a comunicação. Autores consagrados como "John Naisbitt" e "Alvin Tofler" descrevem o fim do industrialismo e o início da era da comunicação, onde a maior riqueza não é material, e sim a informação.

E se enganam os que pensam que caminhamos para uma sociedade mecânica, fria, em estufas controladas por computador. Vivíamos assim há muito pouco tempo e ainda sofremos suas conseqüências no dia-a-dia, contudo o homem percebeu seus limites e, hoje, quer reaproximar os laços com a natureza, a família e os amigos.

Estamos falando de horário flexível e local de trabalho a seu gosto;liberdade e relacionamentos humanos; grupos de trabalho, comunicação lateral intensiva, contatos e redes.

Dei aqui algumas dicas do que veremos adiante, porém vamos voltar ao ponto: "Qual é o produto mais procurado em todo o mundo?"

E então, você já sabe a resposta?

Alguns podem responder segurança; outros podem falar em liberdade. Ambos estão relativamente certos, mas a definição mais completa do produto mais procurado em todo o mundo é:

"UMA FONTE DE RENDA SEGURA QUE ME PERMITA LIBERDADE DE TEMPO PARA EU FAZER O QUE GOSTO".

Talvez você queira saber por que eu considero isto um produto, mas eu respondo com outra pergunta: Se isto fosse o produto de alguma empresa, você compraria? Quantas pessoas comprariam? Que preço você estaria disposto a pagar por isto?

A possível solução dos seus problemas .

Procure ver onde você está hoje, onde estará nos próximos cinco anos e onde gostaria de estar se pudesse escolher o futuro, sem limitação de tempo ou dinheiro. Pense no que faria se, daqui a cinco anos, estivesse ganhando por mês cinco, dez vezes o que ganha atualmente e pudesse trabalhar alguns dias por semana, no horário que escolhesse?

Ainda lhe parece exagero? Pois não é. Pessoas conseguem mudar de vida todos os dias, principalmente quando há alterações significativas na ordem social do planeta.

Em primeiro lugar, se você realmente quer melhorar sua condição, precisa parar de pensar que fonte de renda é sinônimo de emprego e riscar a palavra salário do seu vocabulário. Entenda, eu não quero dizer que você irá pedir demissão amanhã, mas não pense que terá segurança sendo assalariado.

Além do tradicional salário fixo em carteira, existem outras formas de se conseguir uma renda como, por exemplo, a remuneração por hora ou dia de trabalho, onde o profissional liberal - advogado, médico ou dentista entre outros - ganha apenas quando tem cliente para atender.

Este tipo de renda é uma espécie de contrato de risco, pois varia juntamente com as oscilações do mercado. Durante alguns meses pode-se faturar muito acima da média, enquanto em outros, a situação se complica e é preciso recorrer às economias de emergência (isto sem contar nos gastos fixos de quem tem um escritório próprio ou um consultório montado).

Os empresários também sofrem (ou faturam alto) com as variações na economia. Na verdade estes são os que mais se expõem ao sucesso e ao fracasso, pois fazem altos investimentos para obterem resultados a médio e a longo prazos.

Abrir um negócio próprio é uma ótima alternativa para fugir do salário convencional, contudo envolve riscos maiores do que em qualquer outra atividade.

Tornar-se um vendedor comissionado também é um caminho válido para quem quer ganhar dinheiro sem o limite fixo do teto salarial. Representantes de vendas, vendedores de porta-a-porta, corretores e muitos outros profissionais se sustentam com comissões. Alguns chegam a faturar alto com isto, porém todos sofrem de insegurança.

O problema dos vendedores é praticamente o mesmo dos profissionais liberais: segurança. Ambos ganham mais se trabalharem mais, porém correm o risco de não ganharem nada se ficarem doentes e não puderem sair de casa, se não buscarem novos clientes.

E por falar nisso, vendedores têm férias? Dentistas têm férias? Talvez possam juntar os rendimentos de alguns meses mais produtivos para se afastarem do trabalho por uma semana, quinze dias... um mês já se torna complicado para a grande maioria, pois as contas não "tiram férias" junto com eles.

Assalariados têm férias? Têm. Um mês? Dois? Seis meses? Você já se imaginou com férias de seis meses? (Nem marajá tem isso!)

Empresários têm férias? Depende. Nos primeiros cinco anos é raro ter tempo para respirar, mas depois melhora - ou piora!

A não ser que a empresa esteja muito bem estruturada, com os poderes de administração e finanças delegados a pessoas de total confiança - se é que elas existem - é provável que um empresário jamais tenha férias prolongadas (vai que o governo resolve criar outro plano para confundir os velhinhos).

Férias de seis meses... Será que alguém pode se dar ao luxo de ficar seis meses viajando, sem pensar em trabalho? E um ano? Dois? Será que existe alguém que não precise mais trabalhar? Será que é possível sobreviver passando tanto tempo ausente?

Se você não pensou em ninguém, vamos analisar uma pessoa que todos nós conhecemos: Caetano Veloso. Você acha que o Caetano pode parar de trabalhar para o resto da vida? Talvez não, mas tenho certeza que ele pode tirar férias de seis meses sem se preocupar.

Compositores consagrados como Caetano Veloso e Chico Buarque têm o que se chama de RENDA RESIDUAL, ou seja, ganham dinheiro hoje pelo que fizeram há anos atrás. Para cada música tocada nas rádios, gravada por eles mesmos ou interpretada por outros artistas, eles recebem uma quantia relativa a direitos autorais.

Empresários bem sucedidos, que representem um produto ou uma marca de grande sucesso, também podem ter rendimentos residuais. Vejamos o caso de Raymond A. Croc, responsável pela maior cadeia de restaurantes da história, a McDonald‘s. Ele não apenas parou de trabalhar como já faleceu, em 1984. E até hoje, sua família recebe dinheiro relativo as novas lojas que são abertas todos os dias pelo mundo (já são mais de 10.000).

Os ganhos residuais costumam ser privilégio de quem cria alguma coisa que as pessoas querem comprar. Um produto ou um serviço que pode ser duplicado e vendido por muito tempo, a partir de uma única matriz.

Existem vários caminhos para se obter uma renda residual. Você se habilita? Você tem ou seria capaz de criar alguma coisa que outras pessoas queiram comprar? Você estaria disposto a acreditar nesta sua idéia e investir, não apenas dinheiro, mas sua vida numa idéia "maluca" em que só você acredita?

Você consegue imaginar o quanto foi difícil para o Elvis convencer alguém de que um topete venderia milhões de discos? E Walt Disney, será que foi fácil vender seus desenhos? Quantas pessoas poderiam ser citadas aqui, que trabalharam duro em cima de um único propósito até chegarem aos resultados?

Não se iluda, a renda residual não é para todos e tem um preço. O preço de se estar só e seguir em frente apesar dos obstáculos. O preço de acordar todos os dias com um único propósito: conquistar aliados e abrir caminho para o seu projeto.

No início, o trabalho é mais difícil. Quando você cai, não há ninguém para te levantar. Com o tempo as coisas começam a acontecer e você tem um, dez, cem, mil aliados torcendo pelo seu sucesso.

Um dia, quando você chega ao fim da jornada e olha para trás, percebe que existem milhares, às vezes milhões de pessoas que nunca mais vão deixar você cair.

Neste ponto, quando a renda residual se torna segura, tem-se "uma fonte de renda segura que permite liberdade de tempo para se fazer o que gosta", ou seja, isto significa que: A FONTE DE RENDA RESIDUAL É O PRODUTO MAIS PROCURADO EM TODO O MUNDO!!!


Banner Digital

Copyright 1999/2000 – Brasil Online – Todos os direitos reservados